Casada com Fritz Lang, membro do partido nazi, são dela muitos dos argumentos dos filmes do período alemão do Mestre. Num certo sentido, mau grado a afirmação feita por alguns de que foi o "génio mau" dos filmes do mestre [1], está para Lang como Alma Reville para Hitchcock. Por muito repugnante que fosse [e obviamente era!] a ideologia que apoiava, a sua importância para a História do cinema não pode ser ignorada, permanecendo para sempre "colada" ao do genial criador de "M..."
[1]Cf. Frieda Graf, Enno Patalas e Hans Helmut Pronzler, "Fritz Lang", ed. port. livros Horizonte, Abril, 1993

Sem comentários:
Enviar um comentário